quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Pastoral dos Coroinhas se reúne para formação e para preparar tríduo de seu Patrono São Tarcísio.

Paróquia São Sebastião, Nova Olinda-CE
Grupo de Coroinhas de nossa Paróquia
Paróquia São Sebastião, Nova Olinda-CE
Símbolo dos Coroinhas
Na noite dessa Terça-feira (04/08) a Pastoral dos Coroinhas de nossa paróquia, se reuniu na igreja  matriz de São Sebastião, para momento de formação e para discutirem sobre o Tríduo de seu padroeiro São Tarcísio.

Os Coroinhas nesse mês de Agosto, tiveram como formação central o tema sobre a vocação. A importância das diversas vocações na vida da Igreja, e também momento de formação sobre a liturgia da missa. Outro ponto debatido foi o Tríduo de São Tarcísio, que irá acontecer nos dias 27, 28 e 29 desse mês, com momentos da oração do terço, de formação e momentos de pregação. Encerrando no dia 30 com a missa solene em que serão revestidas duas novas Coroinhas, para nossa paróquia. Encerrando o mês vocacional. Hoje a paróquia conta com 18 Coroinhas (14 Homens e 4 Mulheres).


Um Pouco Sobre São Tarcíso 

Paróquia São Sebastião, Nova Olinda-CE
São Tarcísio
São Tarcísio viveu em Roma por volta do ano 258 da era cristã. A wikipedia italiana indica como provável que tenha vivido entre 263 e 275 d.C. O pouco que se sabe sobre ele vem da epígrafe em seu túmulo, escrita pelo Papa Dâmaso I, que foi papa no século seguinte ao que Tarcísio viveu. É considerado o padroeiro dos coroinhas, acólitos e cerimoniários.

Tarcísio pertencia à comunidade cristã de Roma, era acólito, isto é, coroinha na igreja. No decorrer da terrível perseguição do imperador Valeriano, muitos cristãos estavam sendo presos e condenados à morte. Nas tristes prisões à espera do martírio, os cristãos desejavam ardentemente poder fortalecer-se com Cristo Eucarístico. O difícil era conseguir entrar nas cadeias para levar a comunhão. Nas vésperas de numerosas execuções de mártires, o Papa Sisto II não sabia como levar o Pão dos Fortes à cadeia. Foi então que o acólito Tarcísio, com cerca de 12 anos de idade, ofereceu-se dizendo estar pronto para esta piedosa tarefa.

Relativamente ao perigo, Tarcísio afirmava que se sentia forte, disposto antes morrer que entregar as Sagradas Hóstias aos pagãos. Comovido com esta coragem, o papa entregou numa caixinha de prata as Hóstias que deviam servir como conforto aos próximos mártires. Mas, passando Tarcísio pela via Ápia, uns rapazes notaram seu estranho comportamento e começaram a indagar o que trazia, já suspeitando de algum segredo dos cristãos. Ele, porém, negou-se a responder, negou terminantemente. Bateram nele e o apedrejaram. Depois de morto, revistaram-lhe o corpo, nada achando com referência ao Sacramento de Cristo. Seu corpo foi recolhido por um soldado, ocultamente cristão, que o levou às catacumbas, onde recebeu honorifica sepultura.
Ainda se conservam nas catacumbas de São Calisto inscrições e restos arqueológicos que atestavam a veneração que Tarcísio granjeou na Igreja Romana. Tarcísio foi declarado padroeiro dos coroinhas ou acólitos, que servem ao altar.

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